Protocolo de TCC para depressão em aproximadamente 20 sessões, com agenda de 60 minutos, passo a passo, falas sugeridas, 32 fichas e 5 árvores de decisão para os impasses mais comuns.
Na semana seguinte, a tarefa não foi feita. De novo. Você hesita entre insistir, reduzir o pedido ou perguntar o que atrapalhou, e a hesitação come dez minutos do encontro. Depois vem o pensamento que resiste ao questionamento porque é verdadeiro: ele perdeu o emprego mesmo, a relação acabou mesmo. Reestruturar o quê, exatamente, quando o dado é real?
E existem as duas perguntas que ficam com você depois que o paciente sai. A oitava sessão passou e o quadro não se moveu: mudo de estratégia, revejo a conceitualização, converso sobre encaminhamento? Ou o contrário, ele melhorou rápido e já quer espaçar. Some a isso a avaliação de risco, que pede lugar fixo no atendimento e não improviso de última hora.
Este volume parte de uma premissa simples: o difícil não é saber o que é ativação comportamental. É decidir, com o paciente na sua frente, qual caminho seguir. Por isso ele traz cinco árvores de decisão para os impasses que mais travam a condução: o paciente muito inativo, a tarefa não feita, o pensamento verdadeiro, o paciente que não melhora e o que quer alta cedo.
Uma árvore de decisão não escolhe pelo terapeuta. Ela parte da situação em que você está, abre os caminhos possíveis e devolve a escolha para você, ajustada à conceitualização do caso. É o tipo de raciocínio que costuma aparecer na supervisão, disponível por escrito na hora em que a sessão acontece, para comparar com o seu antes de mudar a estratégia.
Dentro de cada uma das 20 sessões, a mesma lógica se repete: um plano B para quando o paciente trava, um monitoramento de nove campos que inclui ideação de morte ou suicídio e um critério para avançar, que diz o que precisa estar de pé antes da próxima sessão. É o que impede a estrutura de virar contagem regressiva.
Um protocolo de Terapia Cognitivo Comportamental para o atendimento individual de adultos com depressão, em aproximadamente 20 sessões distribuídas em 8 fases, da avaliação inicial à prevenção de recaída. A estrutura é orientadora e as 20 sessões não representam alta obrigatória. Foi escrito para ficar aberto durante o atendimento, e não para ser estudado depois dele.
Você abre a página da sessão pelo marcador e lê o que ela realiza em uma frase, por que existe e o que precisa ter ao terminar. Já sabe qual ficha separar e o que retomar do encontro anterior.
A agenda sugerida vem com os tempos de cada bloco somando 60 minutos. Você propõe a pauta, o paciente acrescenta ou reorganiza, e ninguém descobre aos 55 minutos que ainda faltava combinar a tarefa da semana.
O passo a passo numerado conduz o encontro, com as perguntas que ajudam já escritas, as falas sugeridas do terapeuta para os momentos difíceis, o bloco do que observar e a ficha correspondente na mesa.
Para o impasse do dia, você vai ao plano B daquela sessão. Se o impasse for maior, abre a árvore de decisão correspondente. O sumário clicável e os 70 marcadores levam você lá sem folhear o PDF na frente do paciente.
Você combina a tarefa entre sessões com a ficha correspondente, preenche o monitoramento de 9 campos, que inclui ideação, e lê o critério para avançar, que ajuda a decidir se a próxima sessão segue adiante ou fica mais tempo no mesmo ponto.
Não seria honesto dizer que este material faz a mesma coisa para todo mundo. O que aproxima os dois lados é o mesmo: decidir sozinho, no meio da sessão, num quadro que aparece o tempo todo na agenda. O que cada um leva daqui é diferente. Quem está começando leva critério e segurança para agir. Quem já tem consultório cheio leva tempo de preparação de volta.
Você tem a teoria e ainda não tem a ordem das decisões. O que o guia oferece é previsibilidade: o que fazer, em que ordem, com quanto tempo, e o que fazer quando a sessão não segue o plano.
Você não precisa que expliquem ativação comportamental. Precisa parar de montar o atendimento às onze da noite, caso a caso, mesmo quando o quadro se repete de um paciente para o outro.
Mônica Mariane é psicóloga clínica e neuropsicóloga, CRP 24/01244, especialista em Terapia Cognitivo Comportamental e em Psicoterapias Baseadas em Evidências, Terapias Cognitivo Comportamentais. Há mais de 14 anos atua na prática clínica, acompanhando diferentes demandas psicológicas e aprofundando seu trabalho em intervenções fundamentadas cientificamente. A coleção Use em Sessão tem o formato de guia de bancada, feito para ficar aberto durante o atendimento, com a escrita de colega para colega, sem simplificar a clínica e sem transformar o leitor em aluno. Este volume foi organizado a partir dessa experiência e da literatura de TCC para depressão, com as referências declaradas no próprio material, para você conferir de onde vem cada escolha.
Você tem 7 dias para pedir o reembolso pela Hotmart, sem precisar justificar, como prevê o Código de Defesa do Consumidor para compras online. Abra o material, leia o capítulo de avaliação, a Sessão 1 e uma das árvores de decisão. Se concluir que não é um guia que vai ficar aberto na sua mesa, peça o dinheiro de volta.
Não, nos dois casos. São aproximadamente 20 sessões, distribuídas em 8 fases, e a estrutura é orientadora, não um número fixo. As 20 sessões não representam alta obrigatória. Sequência, duração e escolha das intervenções se ajustam à conceitualização do caso, à gravidade, às comorbidades, ao risco e à resposta ao tratamento. É por isso que cada sessão traz um critério para avançar, em vez de um cronômetro.
É um caminho escrito para uma situação específica, que organiza a escolha em vez de decidir por você. São cinco: paciente muito inativo, quando não se sabe começar por pensamento ou por comportamento; tarefa não feita, que em depressão é regra e não exceção; pensamento que é verdadeiro; paciente que não melhora; e paciente que melhora e quer alta cedo. Além delas, cada sessão traz o seu plano B.
Com lugar fixo e sem dramatização. Há um capítulo sobre o que precisa acontecer antes de tratar, que inclui avaliação de risco de suicídio, diagnóstico diferencial e quando considerar integração com psiquiatria; uma ficha de checklist de avaliação de risco; um campo de ideação de morte ou suicídio no monitoramento de toda sessão; e um plano B por sessão. Isso apoia a sua condução e não substitui formação, supervisão nem avaliação diagnóstica.
Não. Marina é um caso clínico fictício, construído para fins didáticos, sem expor ninguém. Ela atravessa as 20 sessões em ordem, com uma linha do tempo no início do livro e um elo em cada sessão ligando ao momento anterior. Serve para você acompanhar a mesma sequência aplicada a uma pessoa, do primeiro contato à última fase, em vez de ler exemplos independentes.
Não. É um material de apoio à prática profissional, em PDF, para consulta durante e entre os atendimentos. Não há aulas, turma, tutoria nem certificado, e o texto pressupõe profissional habilitado, com o vocabulário, a ética e as responsabilidades da profissão.
Depende do que está faltando. Se for aprender TCC para depressão, um livro didático ensina melhor. Se o que falta é tempo de preparação e material pronto, o guia entrega a sequência montada, a agenda com os minutos, as tarefas, 32 fichas para imprimir e as árvores de decisão como checagem do próprio raciocínio. É um guia de trabalho, não um curso introdutório.
As sessões são construídas em TCC e a linguagem é dessa abordagem, então a sequência completa faz mais sentido para quem trabalha ou estuda TCC. Já as fichas, o capítulo de avaliação e o monitoramento costumam viajar bem para práticas integrativas. Quem decide o que cabe na sua abordagem é você.
Não, e desconfie de qualquer material que garanta. O que ele oferece é uma estrutura de tratamento organizada a partir da literatura de TCC para depressão. A base é essa literatura, e não um estudo sobre este guia. Ele reduz a sua carga de preparação e apoia decisões que continuam sendo suas.
Você recebe um PDF de 141 páginas, com sumário clicável e 70 marcadores, para ler no computador, no tablet ou no celular. A compra dá a você uma licença de uso pessoal e profissional: pode usar o material na sua clínica pelo tempo que quiser, imprimir as 32 fichas quantas vezes precisar e usá-las com os seus pacientes, inclusive entregando cópias preenchidas a eles. O que não é permitido é compartilhar, enviar, revender ou republicar o arquivo, no todo ou em parte, nem usá-lo para treinar ou formar terceiros sem autorização por escrito. Correções e novas versões do arquivo ficam disponíveis pela própria Hotmart para quem já comprou.
O primeiro volume da coleção, Use em Sessão: Ansiedade Social, já está à venda: 127 páginas, 16 sessões e 23 fichas, com a mesma lógica de guia de bancada. Quem já tem o Volume 1 vai reconhecer o desenho da página de sessão e pode ir direto ao que muda aqui: as 8 fases da depressão, o caso Marina, as 5 árvores de decisão e o capítulo de avaliação. Quem não tem também não perde nada: os volumes são independentes, tratam de quadros diferentes e são vendidos separadamente.
Baixe o PDF, leia o capítulo de avaliação, abra a primeira sessão e imprima a primeira ficha. Você entra na sala sabendo o objetivo do encontro, quanto tempo dar a cada bloco, o que perguntar, o que observar, o que combinar de tarefa e o que fazer se o paciente travar. Sem promessa de desfecho, com método para acompanhar o caminho.
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